Perguntas frequentes

As perguntas que todo mundo faz

152 respostas, agrupadas por tema e reunidas das páginas de destino, de roteiro e do guia prático. Se a sua pergunta não estiver aqui, escreva no WhatsApp.

Destinos

A que horas se devem ver os pandas?

Entre as 7h30 e as 10h. É quando estão comendo bambu, porque é a hora da distribuição de alimento na base. Depois disso dormem de barriga para cima e a visita perde quase todo o interesse.

Fonte: Chengdu

A comida de Sichuan é sempre apimentada?

Não. A pimenta de Sichuan — a verdadeira, a que chia e adormece a língua — é aromática, não queima. As pimentas ardidas existem, mas qualquer restaurante tem pratos suaves e nós avisamos sempre o que pedir.

Fonte: Chengdu

Quantos dias dedicamos a Chengdu e arredores?

Duas noites chegam para os pandas, a cidade e uma casa de chá. Três permitem uma ida ao Buda Gigante de Leshan e ao museu de Sanxingdui sem pressa, que é o que recomendamos.

Fonte: Chengdu

Vale a pena ir às bases de voluntariado de pandas?

Só para estadias longas. As experiências de voluntário implicam limpar recintos, começam às 8h e exigem reserva com meses de antecedência. Para a maioria dos viajantes, a visita à base de Chengdu basta.

Fonte: Chengdu

Como se lida com a comida apimentada nos restaurantes locais?

Pedindo molho à parte e um prato de arroz branco. O guia em português explica à mesa o nível de pimenta de cada prato e escolhe por quem não quer arriscar.

Fonte: Chengdu

Vale mais a pena o cruzeiro no rio Li ou a jangada em Yangshuo?

A jangada privada em Yangshuo. O cruzeiro grande entre Guilin e Yangshuo leva trezentas pessoas e segue um horário fixo; a jangada de bambu motorizada vai no ritmo do viajante e passa pelos mesmos picos.

Fonte: Guilin e Yangshuo

Quantos dias ficar na região?

Duas noites em Yangshuo. Três permitem subir ao mirante de Xianggong ao amanhecer, fazer o percurso de bicicleta pelos arrozais e ainda ver o rio Yulong de jangada sem pressa.

Fonte: Guilin e Yangshuo

Fica-se em Guilin ou em Yangshuo?

Em Yangshuo. Guilin é uma cidade de passagem com trinta anos de concreto; Yangshuo é a vila no meio dos picos. Dormir em Guilin obriga a uma hora de estrada em cada sentido.

Fonte: Guilin e Yangshuo

Chove muito no sul da China?

Entre abril e agosto, sim, com trovoadas curtas e fortes. Não impede as visitas, mas pode estragar o nascer do sol no mirante. Reservamos sempre um segundo amanhecer de reserva.

Fonte: Guilin e Yangshuo

É um destino indicado para crianças?

É um dos melhores: jangada, bicicleta em estrada plana, treino de escalada na rocha e aulas de cozinha nas fazendas. É por isso que entra na nossa Rota dos Pandas em Família.

Fonte: Guilin e Yangshuo

Quando acontece o Festival de Gelo de Harbin?

Abre normalmente no final de dezembro e fecha no final de fevereiro. Há uma pré-abertura em meados de dezembro com uma parte ainda incompleta; as esculturas maiores só ficam prontas depois do Natal. Confirmamos as datas exatas todos os anos antes de vender o roteiro.

Fonte: Harbin

Que temperatura faz em Harbin no inverno?

Entre menos 15 e menos 30 graus, com sensação térmica menor por causa do vento. Com roupa adequada aguenta-se bem. Fornecemos lista de equipamento e ajudamos a alugar casaco térmico, luvas e botas no local.

Fonte: Harbin

Quanto tempo se aguenta ao ar livre?

Duas a três horas seguidas com equipamento completo. Depois entra-se num café ou numa sala aquecida. O festival em si faz-se de duas em duas horas, com pausas pelo meio.

Fonte: Harbin

Os celulares e as câmeras funcionam com este frio?

Funcionam, mas as baterias descarregam em minutos. Levam-se baterias sobressalentes guardadas junto ao corpo e aquecedores de mão descartáveis nos bolsos. É uma das coisas que avisamos antes de partir.

Fonte: Harbin

Vale a pena ir fora da época do festival?

Para a paisagem de neve e o patrimônio russo da cidade, vale. Para as esculturas de gelo, não — sem elas Harbin é uma cidade industrial grande, e recomendamos outro destino.

Fonte: Harbin

É preciso visto para Hong Kong e Macau?

Cidadãos portugueses com passaporte português entram sem visto em Hong Kong por 90 dias e em Macau por 30 dias, desde que o passaporte tenha validade superior a seis meses. A entrada na China continental exige visto à parte. Confirmamos sempre com a sua nacionalidade antes de reservar.

Fonte: Hong Kong e Macau

Como se vai de Macau a Hong Kong?

De ferry rápido, cerca de uma hora, ou de ônibus pela ponte Hong Kong–Zhuhai–Macau. Nós preferimos o ferry do Terminal Marítimo da Taipa quando a ponte tem filas, e o ônibus quando o mar está agitado.

Fonte: Hong Kong e Macau

Quanto tempo dedicar a Macau?

Duas noites chegam para a península e para a ilha da Taipa e Coloane. Uma noite só dá para o centro histórico e fica a desejar, sobretudo para quem procura a história portuguesa.

Fonte: Hong Kong e Macau

Fala-se português em Macau?

Fala-se, mas menos do que se imagina. É língua oficial ao lado do chinês, ensinada em escolas e usada em serviços públicos e na comunidade macaense — cerca de 2% da população. É uma das coisas que organizamos: conversas marcadas com a comunidade local.

Fonte: Hong Kong e Macau

Hong Kong é muito cara?

É a cidade mais cara da China em hotelaria. Uma refeição de rua custa 40 a 70 dólares de Hong Kong e o metrô é barato, mas um quarto de hotel decente raramente fica abaixo de 1.000 dólares de Hong Kong por noite. Reservamos sempre com antecedência.

Fonte: Hong Kong e Macau

É preciso autorização especial para o Tibete?

Sim. Todos os viajantes estrangeiros precisam de uma autorização de viagem para o Tibete, emitida através de uma agência estabelecida na região, com o itinerário completo fechado e guia obrigatório durante toda a estadia. Cuidamos desse processo com pelo menos vinte dias de antecedência e não é possível viajar de forma independente.

Fonte: Lhasa

Como se lida com a altitude de 3.650 metros?

Devagar. Chegar de avião, descansar o primeiro dia sem fazer nada de importante, beber dois litros de água, evitar álcool e não fazer esforço nas primeiras 48 horas. Isso resolve a maioria dos casos de dor de cabeça e falta de ar. Nos nossos grupos levamos oxímetro e oxigênio de emergência.

Fonte: Lhasa

Quantos dias ficar em Lhasa?

Três noites é o mínimo razoável: um dia para aclimatar, um para o Potala e Jokhang e um para os mosteiros de Drepung e Sera. Quem quer ir a Gyantse e Shigatse precisa de mais três noites.

Fonte: Lhasa

Ir de trem ou de avião para Lhasa?

De avião, porque permite dormir a primeira noite em baixa altitude em Xining e aclimatar melhor. O trem de Xining a Lhasa demora mais de vinte horas, passa pelo planalto a 5.000 metros e é magnífico, mas chega-se cansado e já em altitude.

Fonte: Lhasa

Fala-se algum português no Tibete?

Não. Também não se fala praticamente inglês fora dos hotéis em Lhasa. É uma das regiões onde o guia em português e o guia tibetano local fazem toda a diferença para entender o que se está vendo.

Fonte: Lhasa

É preciso reservar a Cidade Proibida com antecedência?

Sim. A entrada é nominal, exige o número do passaporte e os ingressos são liberados sete dias antes, à noite, no horário de Pequim. Em abril, maio, setembro e outubro esgotam no próprio dia. Nós cuidamos da reserva assim que o roteiro é confirmado.

Fonte: Pequim

Qual é o melhor trecho da Muralha para evitar multidões?

Mutianyu de madrugada ou Jinshanling num dia de semana. Badaling fica a uma hora da cidade e é para onde vão os grupos; no fim de semana não é recomendável. Em Mutianyu chegamos por volta das 7h, subimos de teleférico e descemos de tobogã.

Fonte: Pequim

Quantos dias são necessários para Pequim?

Dois dias cobrem o essencial. Três permitem ir à Muralha sem pressa, ver os hutongs a pé e ainda encaixar o Palácio de Verão ou o Templo do Céu ao amanhecer. Para uma primeira viagem à China recomendamos três noites.

Fonte: Pequim

Fala-se inglês em Pequim?

Nos hotéis internacionais, sim. Nos restaurantes de bairro, nos mercados e nos táxis, raramente. É uma das razões pelas quais os nossos roteiros privados na China incluem sempre guia em português.

Fonte: Pequim

Dá para visitar Pequim por conta própria, sem guia?

Dá, para os monumentos principais: o metrô é bilíngue e os ingressos se compram no aplicativo. Onde se perde tempo é no resto — reservas nominais com número de passaporte, esperas por táxi no horário de pico, restaurantes onde não há cardápio em inglês. É por isso que os nossos roteiros privados na China incluem sempre guia e carro.

Fonte: Pequim

Pequim é uma cidade cara?

Menos do que Lisboa para refeições e transportes. Um jantar de pato laqueado para dois fica entre 300 e 500 yuans; uma viagem de metrô custa 3 a 7 yuans. O que encarece são os hotéis cinco estrelas em Wangfujing.

Fonte: Pequim

Quantos dias dedicar a Xangai?

Dois dias chegam para o Bund, a cidade velha e Pudong. Três permitem uma ida a Suzhou ou Hangzhou com calma, ou um dia inteiro no museu e nas concessões a pé.

Fonte: Xangai

O Bund é melhor de manhã ou à noite?

Das duas formas, mas por razões diferentes. Às 6h da manhã o cais está cheio de gente praticando tai chi e não há turistas; depois das 19h os edifícios históricos acendem-se todos de uma vez. Às 21h há multidões — evitamos essa hora.

Fonte: Xangai

Vale a pena subir à Torre de Xangai?

Só em dias de boa visibilidade. Está a 546 metros e custa cerca de 180 yuans; com nevoeiro ou chuva não se vê nada. Verificamos a visibilidade na manhã do dia e só então compramos; quando está limpo, subir ao piso 118 vale bem o ingresso.

Fonte: Xangai

Xangai é uma cidade cara?

É a mais cara das três grandes cidades da China, sobretudo em hotelaria e restaurantes de autor. Ainda assim, comer bem na rua custa 30 a 60 yuans e o metrô raramente passa dos 8 yuans por viagem.

Fonte: Xangai

É preciso falar chinês para andar em Xangai?

Não. É a cidade onde o inglês funciona melhor na China continental. Nos nossos roteiros privados, porém, o guia em português continua fazendo diferença fora das zonas turísticas.

Fonte: Xangai

Vale a pena visitar o Exército de Terracota?

Vale, mas chegue cedo. Abre às 8h30 e nós estamos na porta às 8h15. A partir das 10h as filas dentro dos pavilhões tornam impossível chegar perto da balaustrada e ver os detalhes dos rostos.

Fonte: Xi'an

Dá para andar de bicicleta na muralha de Xi'an?

Sim. O perímetro tem perto de 14 km, você aluga a bicicleta em cima da muralha por cerca de 45 yuans por hora, com depósito, e devolve em qualquer um dos quatro portões principais. A melhor hora é a última da tarde.

Fonte: Xi'an

Quantos dias são precisos em Xi'an?

Duas noites chegam para o Exército de Terracota, a Muralha, o bairro muçulmano e a pagode do Ganso Selvagem. Quem quiser subir ao monte Hua precisa de uma terceira noite.

Fonte: Xi'an

O que se come em Xi'an que não se come em nenhum outro lugar?

O pão desfeito à mão dentro do caldo de carneiro, o yangrou paomo. É um ritual: o cliente desfaz o pão em pedaços pequenos e a cozinha devolve para ele transformado em sopa.

Fonte: Xi'an

Xi'an é uma cidade barata?

É das capitais mais acessíveis da China. Uma tigela grande de macarrão custa 20 a 30 yuans e um jantar com dois pratos e cerveja fica abaixo de 150 yuans para duas pessoas.

Fonte: Xi'an

Qual é o melhor percurso no Yunnan?

Kunming, Dali, Lijiang e Shangri-La, ligados por trem e por estrada. Cinco noites fazem o essencial; sete permitem parar nas vilas, subir ao lago Lugu e fazer um dia de trekking na Garganta do Tigre.

Fonte: Yunnan

É preciso aclimatar à altitude?

Shangri-La está a 3.200 metros e não é inofensivo, sobretudo para quem chega direto do nível do mar. Dormimos sempre duas noites em Lijiang, a 2.400, antes de subir, e nunca se faz esforço no dia da chegada ao planalto.

Fonte: Yunnan

Quantos dias são necessários para o Yunnan?

Menos de cinco não vale a pena: só Dali e Lijiang. Sete dias permitem Kunming, a Pedra Forestal, Dali, Lijiang, Shangri-La e a garganta, com tempo para parar. É o nosso programa recomendado.

Fonte: Yunnan

É seguro viajar no Yunnan?

É das províncias mais seguras da China. As estradas de montanha são o risco real, não as pessoas. Por isso todos os nossos percursos no Yunnan são feitos com motorista local e carro privado, nunca em transporte público de montanha.

Fonte: Yunnan

O trem substitui os voos internos?

Substitui bem entre Kunming, Dali e Lijiang, todas ligadas por alta velocidade. Para Shangri-La, a partir de 2023 há também linha direta desde Lijiang em pouco mais de uma hora, o que poupou seis horas de estrada.

Fonte: Yunnan

Quantos dias são necessários em Zhangjiajie?

Dois dias inteiros dentro do parque, o que dá três noites na região. O parque é enorme, os teleféricos encerram cedo e com um dia só você é obrigado a correr e a escolher entre duas zonas em vez de ver as três.

Fonte: Zhangjiajie

Vale a pena a ponte de vidro?

Depende. Tem 430 metros de comprimento sobre uma fenda de 300 e é uma atração de ingresso caro e fila longa. Para fotografar sem multidões compensa mais o Mirante de Yuanjiajie ao amanhecer. Recomendamos só para quem quer mesmo a experiência.

Fonte: Zhangjiajie

Onde fica Zhangjiajie e como se chega lá?

No noroeste da província de Hunan, na China central. Chega-se de avião de Pequim, Xangai e Guangzhou, ou de trem de alta velocidade desde Changsha. A cidade fica a 40 minutos do parque por estrada.

Fonte: Zhangjiajie

É um destino indicado para crianças ou pessoas com mobilidade reduzida?

Tem teleféricos e elevador que evitam a maior parte das encostas, incluindo o elevador Bailong, o mais alto do mundo ao ar livre, com 326 metros. Mas há escadas de pedra dentro do parque. Adaptamos sempre os percursos ao grupo.

Fonte: Zhangjiajie

Chove muito em Zhangjiajie?

Sim, sobretudo de abril a junho. É o que cria a névoa entre os pilares que aparece nas fotografias — mas também pode esconder tudo durante horas. Reservamos sempre uma manhã de reserva para repetir o mirante.

Fonte: Zhangjiajie

Roteiros

É preciso visto para este roteiro?

Sim, visto de turismo (L) para a China continental, pedido no consulado ou no centro de vistos com o passaporte válido por mais de seis meses. Cuidamos da carta-convite e da reserva de hotéis e voos que o pedido exige, e acompanhamos o processo até a entrega. Pedimos sempre que o visto seja resolvido com pelo menos um mês de antecedência.

Fonte: China Essencial

Qual é o nível de esforço físico?

Moderado. Você caminha de quatro a seis horas por dia, quase sempre em terreno plano, com escadarias na Muralha e na Cidade Proibida. Não há trekking nem altitude. Quem sobe à Torre de Xangai e às torres de vigia da Muralha encontra elevador e teleférico; ainda assim, recomendamos sapatos já amaciados.

Fonte: China Essencial

Viajo sozinho. Há suplemento de quarto individual?

Há. O preço indicado é por pessoa em quarto duplo compartilhado. O suplemento de quarto individual em hotéis de quatro estrelas fica entre US$ 480 e US$ 720, conforme a temporada. Em viagens privadas de uma só pessoa, o valor total é recalculado e informado antes da reserva.

Fonte: China Essencial

É possível alterar ou adiar as datas?

É. Alterações pedidas com mais de 30 dias da partida não têm custo; entre 30 e 15 dias retêm-se as despesas já assumidas com hotéis e trens; a menos de 15 dias aplicam-se as condições de cada fornecedor. Adiar a viagem para o ano seguinte é sempre possível, transferindo o valor pago.

Fonte: China Essencial

Quantas pessoas entram num grupo?

É um roteiro privado: parte com duas pessoas e não admite mais ninguém de fora. O guia e o carro são exclusivos. Grupos maiores de família ou amigos são orçados à parte, com preço por pessoa decrescente.

Fonte: China Essencial

É necessário tripé?

Recomendado para os amanheceres e para as exposições longas nos terraços. Levamos tripé de reserva e o guia carrega entre mirantes, o que é uma das razões pelas quais os clientes pedem acompanhamento. Há lugares onde os tripés não são permitidos; nesses casos avisamos antes.

Fonte: China Fotográfica

É preciso visto e há alguma autorização extra?

É preciso visto de turismo para a China continental, resolvido por nós com pelo menos um mês de antecedência. Para fotografia com drones é sempre necessária autorização prévia e há muitas zonas proibidas; não incluímos drone no programa e não aconselhamos levar sem licença. Tripés são aceitos na maior parte dos lugares, à exceção de museus.

Fonte: China Fotográfica

Há suplemento de quarto individual?

Sim, entre US$ 680 e US$ 980 pelos catorze dias, porque dormimos em aldeias dentro dos parques onde não há muita oferta. Em Zhangjiajie e Yuanyang as hospedagens são simples, mas ficam a minutos do mirante, o que é a razão de ser da escolha.

Fonte: China Fotográfica

E se chover e não houver luz?

Acontece, sobretudo em abril e maio. O itinerário tem uma manhã tampão em Zhangjiajie e outra em Yuanyang, propositadamente livres para repetir o mirante que falhou. Também há alternativas de interior planejadas para dias de chuva, para não se perder nenhum dia.

Fonte: China Fotográfica

É preciso visto para a China continental?

Sim, para a parte feita no continente. Macau e Hong Kong não exigem visto a cidadãos brasileiros por estadias até 30 e 90 dias. Como este itinerário cruza fronteiras três vezes, cuidamos de tudo: confirmamos a nacionalidade, a validade do passaporte e preparamos a papelada do visto chinês com pelo menos um mês de antecedência.

Fonte: China Gastronômica

É apimentado demais?

Só se você quiser. Em cada refeição servimos pelo menos um prato suave e o guia explica o que está na mesa antes de você começar a comer. Em Sichuan sempre damos um caldo não apimentado no hotpot. Vegetarianos, intolerâncias ao glúten e alergias são comunicados aos restaurantes por escrito em chinês.

Fonte: China Gastronômica

Quanto frio faz?

Em Harbin, entre menos 15 e menos 30 graus, com sensação térmica menor quando há vento. Em Pequim, entre menos 8 e 4 graus. Enviamos uma lista de equipamento térmico três semanas antes da partida e ajudamos a alugar casaco, luvas e botas no local para quem não quer comprar.

Fonte: China de Inverno

E se o festival ainda não tiver aberto ou já tiver fechado?

Confirmamos as datas exatas do Festival de Gelo antes de confirmar cada reserva. Se o ano tiver datas atípicas, avisamos antes de cobrar e propomos datas alternativas ou a troca por outro roteiro, sem penalização.

Fonte: China de Inverno

Este roteiro também é feito no Brasil?

É aberto a qualquer viajante de língua portuguesa. O ponto de vista é português, pela ligação histórica com Macau, e é isso que o distingue de um roteiro normal à China.

Fonte: Do Tejo ao Delta

Vinte dias é muito tempo?

É o mínimo para a travessia ser feita sem correr e é, para a maior parte das pessoas, a viagem da vida. Quem tem menos tempo pode fazer só o corredor de Gansu, de Xi'an a Dunhuang, em nove dias. Dividimos o percurso em duas viagens sem custo adicional de planejamento.

Fonte: Grande Travessia pela Rota da Seda

As condições são confortáveis?

São. Hotéis de quatro estrelas onde a categoria existe e o melhor disponível nas etapas pequenas. Há duas etapas com estradas longas e voos internos; em ambas, os veículos são privados, com paradas a cada duas horas. Não se dorme em barraca em nenhum ponto do percurso.

Fonte: Grande Travessia pela Rota da Seda

É possível ter quartos com vista e pequenos extras românticos?

É, e é o que fazemos na maior parte dos pedidos. Quartos com vista reservados com antecedência, sobretudo em Yangshuo e em Xangai em outubro. Combinamos jantares privados na margem do rio, sessões de massagem e tratamentos de spa, e melhorias de quarto. Estes extras são orçados à parte e confirmados antes da chegada.

Fonte: Lua de Mel na China Oculta

Viajamos só nós os dois ou nos juntamos a mais pessoas?

Só vocês dois. É um roteiro privado a partir de duas pessoas, com guia, carro e barco exclusivos. Não há adições de última hora nem fusões com outros grupos.

Fonte: Lua de Mel na China Oculta

As crianças precisam de documento próprio?

Sim. Cada criança viaja com passaporte individual, com validade superior a seis meses, e precisa do próprio visto chinês, independentemente da idade — os bebês também. Cuidamos da papelada de toda a família em bloco e avisamos com antecedência do que é preciso enviar.

Fonte: Rota dos Pandas em Família

Viajamos em privado ou nos juntamos a mais pessoas?

É sempre um roteiro privado, só com a sua família, a partir de duas pessoas. Permite parar quando a criança quer parar, adiantar o almoço e trocar a ordem das visitas sem depender de horários de grupo.

Fonte: Rota dos Pandas em Família

A comida vai ser um problema?

Não. Em Sichuan servimos sempre uma alternativa não apimentada; em todo lugar há arroz branco, macarrão simples, ovos e fruta. Levamos indicação escrita em chinês das alergias e restrições e o guia confirma o cardápio antes de pedir.

Fonte: Rota dos Pandas em Família

Guia prático

Que tipo de tomada e voltagem tem a China?

220 volts e 50 hertz, como em Portugal, por isso os carregadores funcionam sem transformador. As tomadas é que variam: há tomadas tipo A e tipo I, e os hotéis internacionalizados costumam ter tomadas universais. Um adaptador universal resolve em qualquer situação e é mais prático do que um adaptador por tipo.

Fonte: O que levar para a China

Posso levar powerbank no avião?

Pode, até 100 Wh (o equivalente a cerca de 27.000 mAh), mas nunca na bagagem de porão — tem de seguir na bagagem de mão e com a capacidade impressa visível no corpo da bateria. Sem essa marcação, as baterias são apreendidas no controle de segurança.

Fonte: O que levar para a China

Deixo espaço na mala para compras?

Deixe uma mala dobrável vazia dentro da principal. Você sempre volta com mais do que levou, sobretudo se passar por Hangzhou, Chengdu ou pelas aldeias do Yunnan, e uma segunda mala custa mais em excesso de bagagem do que em uma loja chinesa de malas.

Fonte: O que levar para a China

Que medicamentos posso levar?

Os de uso pessoal, em quantidade razoável para a estadia, na embalagem original e com receita em inglês. Analgésicos comuns, anti-histamínicos, medicação para o estômago e para resfriado são tranquilos. Alguns opiáceos e psicotrópicos exigem autorização prévia; confirme antes com a embaixada.

Fonte: O que levar para a China

Preciso de roupa formal ou muito conservadora?

Roupa apresentável para jantares de categoria, sim; formal, não. Para templos, mosteiros e mesquitas, roupa que cubra ombros e joelhos, e um lenço ou xale resolve na maior parte dos casos. Cuidados redobrados em mesquitas e no Tibete.

Fonte: O que levar para a China

Que idade é a melhor para viajar para a China com crianças?

Dos 6 aos 14 anos. A partir dos seis já aguentam os dias longos e percebem o que estão vendo; abaixo dos cinco, o jet lag de sete a oito horas a partir da Europa pesa mais do que o destino compensa. Bebês viajam bem, mas obrigam a encurtar tudo.

Fonte: Viajar na China com crianças

Os hotéis aceitam crianças no mesmo quarto?

Aceitam, e na maior parte dos hotéis de categoria média-alta uma criança até 11 ou 12 anos compartilha o quarto dos pais sem custo, desde que não peça cama extra. A nossa ressalva é logística: os quartos duplos chineses são pequenos para duas camas mais uma cama de criança, e recomendamos quarto família ou comunicante.

Fonte: Viajar na China com crianças

Há comida que as crianças comam?

Há muita. Arroz branco, ovos mexidos com tomate, massa simples, banana, manga e pastéis de vapor resolvem em todo lugar. Fora das grandes cidades a escolha se estreita, e sempre avisamos antes de reservar restaurantes.

Fonte: Viajar na China com crianças

É preciso cadeirinha?

Para bebês e crianças pequenas, é conveniente, mas raramente existe em táxis e veículos de aluguel pontual. Nos nossos roteiros fornecemos cadeirinha e assento de elevação mediante pedido, sem custo, porque sempre usamos veículo próprio.

Fonte: Viajar na China com crianças

É seguro andar pela China com crianças?

É um dos países mais seguros do mundo para isso: criminalidade violenta baixíssima, ruas vigiadas e uma atitude de enorme simpatia diante de crianças estrangeiras. Prepare-se é para ser fotografado: os seus filhos vão ser abordados para selfies com frequência.

Fonte: Viajar na China com crianças

A China é acessível para quem tem mobilidade reduzida?

Nas cidades grandes, cada vez mais: trens novos com espaços para cadeiras de rodas, metrô com elevadores na maioria das estações recentes, museus com rampas e banheiros adaptados. Fora dessas rotas modernas, há degraus, calçadas irregulares e banheiros de agachamento.

Fonte: China para idosos e com mobilidade reduzida

Quais são os destinos a evitar?

O Tibete pela altitude, qualquer trekking de montanha, as escadarias da Muralha em trechos não restaurados, a trilha de tábuas do monte Hua e subidas como o Emeishan sem teleférico. Destes, só o Tibete fica definitivamente fora; os outros se adaptam.

Fonte: China para idosos e com mobilidade reduzida

A altitude é um problema real?

É, acima dos 2.500 metros. Shangri-La está a 3.200 e Lhasa a 3.650. Recomendamos noites intermediárias de aclimatação e consulta médica prévia a partir dos 70 anos ou em caso de doença cardíaca ou respiratória. Cerca de 1.500 metros — Pequim está a 44, Xangai ao nível do mar — não há problema nenhum.

Fonte: China para idosos e com mobilidade reduzida

Os monumentos têm elevadores e teleféricos?

Os principais têm: Mutianyu tem teleférico e tobogã, Tianmen Shan em Zhangjiajie tem o teleférico mais longo do mundo sem paradas, o Buda de Leshan se vê de barco sem subir um degrau, e Emeishan tem teleférico até junto do cume. É por esses acessos que construímos os nossos itinerários seniores.

Fonte: China para idosos e com mobilidade reduzida

Há assistência em aeroportos e estações?

Há, pedindo com antecedência por meio da companhia aérea ou da nossa equipe: cadeira de rodas até a porta do avião, fila prioritária e acompanhamento até a saída. Funciona bem nas grandes cidades, menos nas estações pequenas.

Fonte: China para idosos e com mobilidade reduzida

A comida chinesa é sempre picante?

Não. Só Sichuan, Hunan, Guizhou e partes de Yunnan são picantes por natureza. Cantão, Xangai e o norte são suaves. Mesmo nas regiões picantes, qualquer restaurante tem pratos sem pimenta, e basta dizer simplesmente "bú yào là".

Fonte: Comida chinesa: o que comer e como pedir

A comida de rua é segura?

É, escolhendo bancas com fila de locais e comida cozinhada na hora na frente do cliente. Evite crus expostos ao calor e saladas lavadas em água desconhecida. É, para a maior parte dos nossos clientes, a melhor comida da viagem.

Fonte: Comida chinesa: o que comer e como pedir

Como se pede num restaurante sem cardápio em inglês?

Pelo QR na mesa, que abre um cardápio com fotos, ou apontando para o que os outros estão comendo. Diga "wǒ yào zhège" — quero isto — e resolva-se. Em último caso, mostre ao guia a lista de pratos que preparamos antes da viagem.

Fonte: Comida chinesa: o que comer e como pedir

Há opções vegetarianas?

Há muitas, mas confirme: alguns pratos de legumes levam caldo de carne. Diga "wǒ chī sù" — sou vegetariano — e o guia confirma à mesa. A cozinha budista chinesa é uma tradição inteira de pratos sem carne nem alho, servida em templos.

Fonte: Comida chinesa: o que comer e como pedir

É falta de educação não comer tudo?

Não, mas deixar comida no prato de serviço é sinal de que foi servido em quantidade suficiente, o que é bem visto. Recusar um prato inteiro de saída é que se evita. Prove sempre um pouco do que é servido.

Fonte: Comida chinesa: o que comer e como pedir

Onde se pode negociar?

Em mercados, bancas de rua, lojas independentes de pequeno porte e feiras de antiguidades. Não se negocia em shoppings, redes, lojas de marca, livrarias nem supermercados — nesses casos o preço está marcado e insistir é em vão.

Fonte: Compras e negociação na China

Como se negocia sem ser deselegante?

Peça o preço, ouça, responda com cerca de um terço e sorria. O vendedor faz a contraproposta, você volta a subir devagar, e fecha no meio. A regra de quem entende: quem se mostra disposto a ir embora ganha sempre a última palavra.

Fonte: Compras e negociação na China

Como funciona o reembolso de imposto?

Em lojas com o selo de reembolso de imposto de saída, pede-se nota fiscal e formulário no ato da compra, para compras acima do mínimo legal no mesmo dia e na mesma loja. No aeroporto de partida, antes do check-in da bagagem, apresenta-se tudo no balcão de reembolso. Reserve cerca de 30 minutos para o processo.

Fonte: Compras e negociação na China

Que produtos devo evitar comprar?

Produtos de animais silvestres — marfim, chifre de rinoceronte, pele de tigre, corais — são ilegais e dão pena de prisão e multa pesada na saída da China e na entrada na Europa. Evite também antiguidades vendidas como autênticas sem certificado: a esmagadora maioria das peças nos mercados é reprodução.

Fonte: Compras e negociação na China

É seguro comprar eletrônica na China?

Em lojas oficiais e shoppings de marca, é. Em zonas de eletrônica de rua, os preços baixos escondem estoque paralelo, produtos sem garantia internacional e, às vezes, artigos recondicionados vendidos como novos. Compre sempre em loja oficial com nota fiscal, se quiser fazer valer a garantia em Portugal.

Fonte: Compras e negociação na China

Dá-se gorjeta na China?

Não é costume em restaurantes, táxis nem hotéis. As exceções são os guias e motoristas de turismo, que apreciam uma gratificação no fim do roteiro. Fora disso, se você insistir, recusam com frequência, o que só cria constrangimento.

Fonte: Etiqueta e costumes na China

Como se deve oferecer e receber algo?

Com as duas mãos — um cartão de visita, um presente, um copo, um troco. É um gesto automático na China, e nota-se quando falta. Receba também com as duas mãos e dê uma olhada, sem guardar imediatamente.

Fonte: Etiqueta e costumes na China

Que roupa se leva a templos e mosteiros?

Roupa que cubra ombros e joelhos, chapéu que se tire na entrada das salas de oração e sapatos fáceis de tirar onde for exigido. Em mesquitas e mosteiros tibetanos, a regra é ainda mais estrita, e pede-se silêncio nas salas de culto.

Fonte: Etiqueta e costumes na China

Pode-se falar de política?

Evite. Não por perigo — conversas normais entre estranhos raramente tocam nisso —, mas porque é uma área em que você não ganha nada em insistir e o seu interlocutor fica constrangido. Pergunte pela comida, pela cidade e pela família, que são temas de que todos gostam.

Fonte: Etiqueta e costumes na China

Há números ou cores a evitar em presentes?

Evite ofertas em múltiplos de quatro, porque a palavra "quatro" soa perto de "morte". Nunca ofereça relógios, nem nada branco ou preto em contexto de celebração. Vermelho e dourado são cores boas; envelopes vermelhos com dinheiro são sempre bem-vindos em casamentos e datas festivas.

Fonte: Etiqueta e costumes na China

Qual é a melhor época para visitar a China?

Setembro a novembro e março a maio. Setembro e outubro dão céu limpo, 15 a 28 graus na maior parte do país e a melhor luz do ano. Março a maio tem flores, menos gente e temperaturas amenas, com a ressalva das tempestades de areia no norte.

Fonte: Melhor época para visitar a China e calendário de festivais

Quando é que não se deve ir?

Na primeira semana de outubro, a Semana Dourada, e na semana do Ano Novo Lunar. São as duas épocas em que os monumentos recebem dezenas de milhares de visitantes por dia, os hotéis dobram de preço e os trens esgotam em minutos.

Fonte: Melhor época para visitar a China e calendário de festivais

Quando é o Ano Novo Lunar?

Segue o calendário lunar e muda todos os anos: em 2026 caiu em 17 de fevereiro e em 2027 cairá em 6 de fevereiro. A festa dura oficialmente sete dias, mas muita gente viaja durante duas semanas em volta dessa data. Sempre confirmamos as datas do ano em questão antes de fechar o itinerário.

Fonte: Melhor época para visitar a China e calendário de festivais

Faz frio de verdade no inverno?

Depende da latitude. Pequim fica entre menos 8 e 4 graus, Xangai entre 1 e 10, com umidade que entra pelos ossos, e Harbin entre menos 15 e menos 30. No sul, Guangdong e Yunnan mantêm 12 a 20 graus. É um país com climas de um continente inteiro.

Fonte: Melhor época para visitar a China e calendário de festivais

Vale a pena ir no verão?

Só para destinos de altitude ou de frio, como o Yunnan, Qinghai, Sichuan ocidental e o Tibete, onde julho e agosto são agradáveis. Nas cidades do leste e no sul, julho e agosto dão 30 a 38 graus com umidade alta e chuvas fortes.

Fonte: Melhor época para visitar a China e calendário de festivais

O WhatsApp funciona na China?

Depende de onde sai o tráfego. Com o roaming da sua operadora portuguesa ou com um eSIM de roaming, o tráfego sai pela Europa e o WhatsApp funciona normalmente. Com um chip ou eSIM chinês local, está bloqueado sem VPN.

Fonte: Internet, celular e VPN na China

Vale a pena comprar um chip chinês?

Para estadias longas ou para quem quer muitos dados baratos, sim: China Mobile, China Unicom e China Telecom têm planos de turista com 20 a 50 GB. A contrapartida é perder o acesso direto a Google, WhatsApp e Instagram sem VPN.

Fonte: Internet, celular e VPN na China

Devo instalar uma VPN antes de viajar?

Deve, e antes de aterrissar. Muitas lojas de VPN e os respectivos sites estão indisponíveis a partir de redes chinesas, por isso não é possível instalá-las depois da chegada. Instale duas, porque uma costuma falhar.

Fonte: Internet, celular e VPN na China

O wi-fi dos hotéis é bom?

É rápido, mas está sujeito à mesma filtragem das redes locais, por isso Google e companhia não abrem. Os hotéis internacionais das grandes cidades às vezes têm redes com saída internacional; pergunte na recepção.

Fonte: Internet, celular e VPN na China

O meu celular funciona na China?

Quase todos os telefones comprados na Europa funcionam nas redes chinesas, incluindo o 5G, desde que operados em roaming. Verifique primeiro se o aparelho não está bloqueado a uma única operadora e ative os dados em roaming antes de partir.

Fonte: Internet, celular e VPN na China

Fala-se inglês na China?

Nos hotéis das grandes cidades, sim. Nos restaurantes de bairro, nos mercados, nas estações e nos táxis, pouco ou nada. Nos destinos rurais, como Yangshuo ou Yuanyang, praticamente nenhum. É por isso que os nossos roteiros incluem guia em português em todas as cidades.

Fonte: Língua e comunicação na China

Que aplicativos devo instalar antes de viajar?

WeChat com tradutor incorporado, Pleco para dicionário chinês com reconhecimento pela câmera, e Amap para mapas em inglês. Instale tudo antes de chegar, a partir de casa, porque algumas lojas de aplicativos ficam lentas ou indisponíveis com redes chinesas.

Fonte: Língua e comunicação na China

Vale a pena aprender mandarim antes da viagem?

Vinte frases bastam e mudam a recepção que se tem. Nihao, xiexie, duoshao qian, wo bu yao la e ting bu dong resolvem compras, comida e transporte. O resto se resolve por gestos.

Fonte: Língua e comunicação na China

Vale a pena usar tradução por voz em vez de escrever?

Depende: para frases curtas e pedidos simples funciona bem; para explicar uma restrição alimentar ou um sintoma, escrever é mais confiável. Nos restaurantes e nas farmácias usamos sempre a folha de frases em chinês, porque evita o erro de entoação que a voz introduz.

Fonte: Língua e comunicação na China

A escrita é um problema?

É, mas menos do que parece. Todo o metrô, aeroporto e estação está sinalizado em pinyin (alfabeto latino) por baixo dos caracteres. O aplicativo de mapas escreve o destino para você em um cartão, e você mostra o cartão ao taxista.

Fonte: Língua e comunicação na China

Quanto custa um roteiro privado na China por pessoa?

Um roteiro clássico de dez dias, em quarto duplo, fica entre US$ 2.900 e US$ 3.800 por pessoa, incluindo hotéis de quatro estrelas, guia em português, carro privado, trens e ingressos. Sem voos internacionais e sem visto. Roteiros temáticos e longos sobem para US$ 4.000 a US$ 8.900.

Fonte: Quanto custa uma viagem à China

Quanto se gasta por dia em refeições e extras?

Entre 200 e 400 yuans por pessoa por dia em refeições não incluídas, bebidas e pequenos extras. Um jantar de categoria pode chegar a 400 yuans por pessoa; uma refeição de rua fica entre 25 e 50 yuans.

Fonte: Quanto custa uma viagem à China

É mais barato viajar em grupo grande?

É. Em grupos privados próprios de oito a doze pessoas, o custo por pessoa cai sensivelmente, porque o carro, o guia e o motorista se dividem por mais cabeças. É a única faixa em que recomendamos deixar de ser só duas pessoas.

Fonte: Quanto custa uma viagem à China

Quanto custa o voo internacional?

De Lisboa ou do Porto para Pequim ou Xangai, em classe econômica, conte com 700 a 1.300 euros na baixa temporada e 1.000 a 1.800 euros em julho, agosto e Natal. Comprando com três a cinco meses de antecedência, o valor cai de forma significativa.

Fonte: Quanto custa uma viagem à China

Há custos escondidos?

Nos nossos orçamentos, não. O preço inclui tudo o que está escrito e sempre apresentamos a lista do que fica de fora: voos internacionais, visto, refeições não indicadas, bebidas, gratificações, seguro e extras pessoais. Não há paradas em lojas comissionadas para compensar o preço.

Fonte: Quanto custa uma viagem à China

Preciso de dinheiro em espécie na China?

Sim, sobretudo fora dos centros das grandes cidades. Em aldeias, mercados, pequenos restaurantes, jangadas e casas de chá o pagamento é frequentemente só em dinheiro ou só por QR com conta chinesa. Recomendamos andar com 800 a 1.200 yuans.

Fonte: Como pagar na China

O meu cartão português funciona na China?

Funciona nos hotéis, grandes hotéis e restaurantes das cidades grandes — Visa e Mastercard têm aceitação razoável nas cidades de primeira linha, UnionPay muito ampla. Não conte com ele em cafés de bairro, táxis nem lojas pequenas.

Fonte: Como pagar na China

Como se configura o Alipay?

Baixe o aplicativo antes do voo, cadastre-se com o número de celular português, escolha "Bank Card", tire uma foto do cartão e confirme. Desde 2023 o processo aceita Visa e Mastercard emitidos fora da China. Faça o primeiro pagamento em casa, para confirmar que está ativo.

Fonte: Como pagar na China

Há limite para quanto posso pagar pelo celular?

Há limites por transação e por dia para usuários recém-cadastrados, que sobem à medida que a conta ganha histórico e verificação de identidade com passaporte. Em um roteiro turístico normal raramente se atingem.

Fonte: Como pagar na China

Dá gorjeta na China?

Não é costume e, em muitos lugares, é recusado. As exceções são os guias e motoristas de turismo, onde uma gratificação no fim é apreciada. Nos restaurantes não se deixa nada em cima da mesa.

Fonte: Como pagar na China

Posso beber água da torneira na China?

Não. A água da torneira não é potável, mesmo nos hotéis, onde os quartos têm garrafas térmicas de água fervida justamente por isso. Use água engarrafada, que se vende em todo lugar por 2 a 4 yuans, e evite gelo em bebidas em estabelecimentos pequenos.

Fonte: Saúde e cuidados médicos na China

Que vacinas são recomendadas?

As do calendário nacional em dia, mais hepatite A, febre tifoide e, para estadias longas ou zonas rurais, encefalite japonesa e raiva. Faça uma consulta do viajante seis semanas antes da partida. Não há vacina obrigatória para quem chega da Europa, salvo febre amarela para quem vem de país endêmico.

Fonte: Saúde e cuidados médicos na China

Como funciona ir ao médico na China?

Nos hospitais públicos você paga primeiro e espera muito tempo. As clínicas internacionais em Pequim, Xangai e Guangzhou atendem em inglês e cobram valores europeus, por isso o seguro é indispensável. Nossos guias acompanham e traduzem, e nós cuidamos do contato com a seguradora.

Fonte: Saúde e cuidados médicos na China

E a poluição do ar?

Melhorou muito, mas há dias de PM2,5 elevado no inverno nas cidades do norte. Quem tem asma ou doença respiratória deve trazer medicação de resgate e acompanhar o índice local. Sugerimos máscaras KN95 para esses dias; para viagens normais não é necessário.

Fonte: Saúde e cuidados médicos na China

É seguro andar na rua à noite na China?

É. Os crimes violentos contra estrangeiros são raros e as grandes cidades chinesas têm uma presença policial discreta, mas constante. Caminhar de madrugada em Pequim, Xangai ou Chengdu não tem o risco que tem na maior parte das capitais europeias.

Fonte: Viajar na China é seguro?

Quais são os golpes mais comuns?

A casa de chá (convidam para uma cerimônia e apresentam uma conta de centenas de euros), o táxi sem taxímetro nos aeroportos, o "estudante de arte" que convida para uma galeria e a troca de cédulas em mercados. Todos se evitam da mesma forma: não aceitar convites de desconhecidos na rua e usar serviços reservados.

Fonte: Viajar na China é seguro?

Os meus dados e pagamentos estão seguros?

Estão, usando Alipay ou WeChat Pay, porque o pagamento é tokenizado e o comerciante nunca vê o número do cartão. Evite inserir o cartão em leitores desconhecidos e nunca deixe que tirem uma foto do seu documento.

Fonte: Viajar na China é seguro?

Devo ter cuidado com fotos?

Em lugares sensíveis — instalações militares, infraestruturas críticas, aeroportos em certas zonas e durante operações policiais — não fotografe. Dentro de monumentos, procure as placas de proibido. Para fotografar pessoas, peça licença: em mercados e aldeias a resposta costuma ser positiva se você perguntar primeiro.

Fonte: Viajar na China é seguro?

Que números de emergência existem?

110 para a polícia, 119 para os bombeiros e 120 para ambulância. Para assistência consular, Portugal tem embaixada em Pequim e consulados-gerais em Xangai e Macau. Nossos clientes recebem sempre um cartão com esses números em português e chinês.

Fonte: Viajar na China é seguro?

Como se compram passagens de trem na China?

Pelo aplicativo 12306 (versão em inglês disponível) ou pela Trip.com, que é mais simples para estrangeiros e aceita cartão internacional. A compra é nominal: pede o número do passaporte. Sempre reservamos as passagens por você, em primeira classe, quando você contrata o roteiro.

Fonte: Transportes dentro da China

Com que antecedência se esgotam os trens?

As passagens começam a ser vendidas cerca de 15 dias antes. Nas rotas muito procuradas — Pequim–Xangai, Xi'an–Chengdu — esgotam em horas, sobretudo em feriados. Reservamos no primeiro dia em que ficam disponíveis.

Fonte: Transportes dentro da China

Quanto tempo antes do trem devo estar na estação?

Conte com 45 a 60 minutos. A entrada é feita com reconhecimento facial associado à passagem e o controle de segurança é semelhante ao dos aeroportos. Para rotas com muita gente, as filas de segurança chegam a 30 minutos.

Fonte: Transportes dentro da China

Combina mais trem ou avião?

Até seis horas de viagem, o trem ganha: você vai até o centro, não há check-in nem espera por bagagem e os atrasos são raros. Acima de seis horas, ou em trechos sem linha direta — como Xi'an a Guilin —, o avião compensa.

Fonte: Transportes dentro da China

Como se pega um táxi sem saber chinês?

Com o Didi, a versão chinesa do Uber, que tem interface em inglês e aceita cartão estrangeiro. Nos táxis de rua, mostre o destino escrito em chinês; nunca diga o nome em português ou inglês. Nos nossos roteiros o carro está sempre na porta.

Fonte: Transportes dentro da China

Preciso mesmo de visto para ir à China?

Se você viaja com passaporte português e fica menos de 30 dias por motivos de turismo, negócio, visita a familiares ou trânsito, não precisa de visto. A China incluiu Portugal na política unilateral de isenção, prorrogada até as 24h de 31 de dezembro de 2026. Quem viaja com outro passaporte ou quem fica mais de 30 dias precisa de visto.

Fonte: Visto para a China

O que é preciso mostrar na chegada?

Passaporte válido por mais de três meses além da data prevista de saída, passagem de volta ou de continuação e reserva de hospedagem para pelo menos a primeira noite. Recomendamos levar o itinerário impresso e o contato do guia escrito em chinês, porque às vezes pedem.

Fonte: Visto para a China

E se a minha viagem tiver mais de 30 dias?

Nesse caso pede-se visto de turismo (tipo L), que normalmente permite 30 ou 60 dias de estadia por entrada. Nós cuidamos do processo com os nossos clientes: formulário online, agendamento no centro de vistos, coleta de impressões digitais e pagamento da taxa. Conte com duas a três semanas.

Fonte: Visto para a China

Vou visitar Macau e Hong Kong. Conta para os 30 dias?

Não. Hong Kong e Macau são zonas administrativas especiais com controle de fronteira próprio: entrar em Macau ou Hong Kong conta como sair do território continental. Voltar ao continente inicia uma nova entrada.

Fonte: Visto para a China

O Tibete tem regra própria?

Sim. Independentemente da isenção de visto, viajar para a Região Autônoma do Tibete exige autorização específica emitida por meio de uma agência estabelecida na região, com roteiro fechado e guia obrigatório. Nós cuidamos desse processo com pelo menos 20 dias de antecedência.

Fonte: Visto para a China

Preços e pagamentos

Quanto custa uma viagem privada?

Entre US$ 2.900 e 8.900 por pessoa, trecho terrestre na China, sem passagens internacionais. Depende de quantos dias, da época e da categoria do hotel.

Fonte: Preços e pagamentos

Preciso fechar datas para pedir orçamento?

Não. Basta o mês aproximado e quantas pessoas. Se as datas mudarem depois, o valor é recalculado, não o roteiro.

Fonte: Preços e pagamentos

Posso pagar em reais?

O orçamento é em dólar (US$), para não depender do câmbio do dia. O pagamento pode ser feito em reais, pela cotação da data da fatura.

Fonte: Preços e pagamentos

Vocês emitem recibo para o imposto de renda?

Emitimos recibo e contrato da operação na China. Se o seu contador precisar de um documento específico, peça antes de fechar — confirmamos o que conseguimos emitir.

Fonte: Preços e pagamentos

E se eu precisar cancelar?

O contrato traz os prazos de cancelamento por tipo de serviço. Explicamos a política inteira por escrito antes do pagamento, sem letra miúda no fim.

Fonte: Preços e pagamentos

Há suplemento para quarto individual?

Sim, quando alguém viaja sozinho em quarto individual. O valor aparece no orçamento como linha separada, não diluído no total.

Fonte: Preços e pagamentos

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